Saiba tudo sobre planejamento escolar
Luísa França nov 17, 2016

Guia do Planejamento Escolar

Para pais e alunos, planejar-se com relação às atividades da escola pode significar apenas comprar os materiais necessários para o próximo ano letivo, estudar para as provas, fazer as lições de casa e conciliar a vida social e familiar com os compromissos dos estudantes no colégio.

Desse ponto de vista, é fácil se esquecer de que por trás do que parece ser apenas um calendário de obrigações e afazeres, há um planejamento minucioso de toda a equipe da escola, envolvendo professores, diretor e coordenador pedagógico, assim como todas as exigências locais, municipais, estaduais e federais.

No texto de hoje, compartilharemos com você um guia completo sobre como montar as engrenagens dessa máquina complexa que é o planejamento escolar e, depois, mantê-lo funcionando a todo vapor durante todo o ano.

Acompanhe-nos em uma sistematização esclarecedora sobre o que é e qual a importância desse planejamento, aprenda a elaborar um com o máximo de eficiência e conheça os benefícios que esse investimento trará para a sua escola.

Boa leitura!

1. Entenda o que é o planejamento escolar

Como o nome já dá a entender, o planejamento escolar é um plano elaborado periodicamente para definir as atividades futuras da escola.

No entanto, além das questões que podem parecer meramente burocráticas — como distribuição dos conteúdos pela grade de horários, definição das turmas, elaboração do calendário escolar, etc. — esse documento é fundamental para entender como a escola pode cumprir sua missão diante de suas demandas e obstáculos particulares.

Para isso, o planejamento deve acontecer em três etapas, que destacamos a seguir:

O que e para quê: finalidade

Planejamento Escolar: passo 1 - finalidade

Em primeiro lugar, o planejamento serve para questionar e precisar o que será ensinado e por quais motivos. Assim, ele esboça as intenções da instituição de ensino, explicitando o que cada turma ou professor espera atingir ao final do período letivo contemplado no plano.

No momento de esclarecer o que será ensinado, ou seja, o conteúdo de cada disciplina, de cada ano e de cada etapa (bimestre, trimestre e/ou semestre), é importante basear-se nas diretrizes repassadas pelo MEC — por meio da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), por exemplo — e pelas secretarias municipais e estaduais.

Além disso, porém, cabe lembrar que a escola também tem liberdade para acrescentar seus próprios projetos e conteúdos à base nacional, e é, sobretudo, aí que entra a questão do “para quê”.

Isso porque o planejamento não deve limitar-se aos conteúdos curriculares previstos por lei, mas deve focar-se ainda em cumprir com a missão proposta pela escola em seu PPP (Projeto Político-Pedagógico), considerando seus valores e o tipo de cidadão que pretende formar.

Outro ponto indispensável nesse momento e que contempla tanto a questão curricular em si quanto sua finalidade é a necessidade de se visualizar a progressão dos alunos pelo conhecimento de uma maneira mais macroscópica. Isso significa não perder de vista, no planejamento de cada série, o panorama de todo um ciclo de aprendizado em que cada nova etapa exigirá o domínio de conhecimentos prévios.

Trata-se, em suma, de um projeto muito amplo, e que exatamente por isso deve ser elaborado com o apoio de toda a equipe pedagógica e revisto periodicamente, como veremos adiante.

Onde: realidade

Planejamento Escolar: passo 2 - realidade

Se o passo anterior concentra-se, de uma maneira mais teórica e talvez até mesmo um pouco utópica, nas intenções da escola para o próximo período letivo, aqui, é hora de sair do mundo das ideias para encarar a realidade em que está inserida a instituição de ensino.

Nesta parte do planejamento, deve-se analisar dois aspectos da realidade escolar:

» a realidade interna, que reflete a infraestrutura da instituição, a qualificação e o número dos docentes, os resultados dos alunos nas últimas etapas, as principais dificuldades enfrentadas pela gestão pedagógica, entre outros;

» e a realidade externa, que inclui o relacionamento da escola com os pais dos alunos, a comunidade em que se encontram suas dependências, o cumprimento com as exigências do mercado e do governo, etc.

Pesquisas, análises, diagnósticos de desempenho e coleta de depoimentos de todos os membros da comunidade escolar podem ser úteis, neste momento, para ajudar professores e coordenadores a compreender a situação da maneira mais apurada possível.

Veja também nosso ebook gratuito sobre: Como fazer o diagnóstico das dificuldades dos alunos e a Avaliação Contínua

Planejamento Escolar: ebook como fazer o diagnostico das dificuldades e a avaliação contínua

Como: plano de ação

Planejamento Escolar: passo 3 - plano

Aqui, cabe confrontar as intenções da escola com sua realidade para, por fim, compor um plano de ação que combine o que se quer fazer com o que se pode e se deve fazer. A partir disso, será possível decidir como a escola poderá aproximar-se de sua missão sem desconsiderar o contexto em que se encontra inserida.

Elabora-se, então, um documento que se desdobra em vários níveis, afunilando-se da instituição de ensino como um todo até o planejamento de cada professor, em cada turma e disciplina.

De maneira mais ampla, no plano da escola, definem-se questões burocrático-administrativas que afetarão todos os alunos e professores (assim como, muitas vezes, a comunidade local), como:

» o calendário geral da instituição;

» as regras de uso dos espaços coletivos (pátio, quadras, bibliotecas, laboratórios, etc.);

» e os projetos interdisciplinares de que devem participar todos os alunos, em todos os níveis, entre outros pontos.

No nível das séries, define-se o calendário de avaliação, distribui-se os alunos pelas diferentes turmas, se houver (sempre buscando equilibrar o nível das turmas com base nas avaliações passadas dos alunos), e monta-se a grade de horários de cada uma.

Por último, no nível das disciplinas por turma, deve-se estabelecer metas e objetivos bem-definidos e com prazos delimitados a fim de orientar os professores em relação ao cumprimento do currículo.

Formas de avaliação, objetivos não curriculares e diretrizes de ação em casos específicos também devem fazer parte do plano.


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2. Qual a importância do planejamento escolar?

Depois de entender um pouco melhor o que é, para que serve e como é feito o planejamento da escola, vejamos agora, em detalhes, por que ele é tão importante.

Confira:

Transformar conceitos em realidadePlanejamento Escolar 1

Longe de ser apenas um requisito burocrático ou um documento cujas propostas não visam realmente sair do papel, o planejamento é uma oportunidade para que a escola repense sua missão, bem como a participação dos professores e coordenadores pedagógicos em seu cumprimento.

Ao confrontar a realidade da escola com as intenções da equipe e elaborar um plano de ação, o planejamento provoca justamente um questionamento que gere soluções para concretizar os ideais da escola, trazendo as metas e objetivos o tempo todo para o dia a dia da instituição.

Dessa forma, toda a equipe pode trabalhar junta em prol da mesma missão, sendo constantemente relembradas pelo planejamento geral do contexto muito maior que envolve o cronograma de cada docente e turma.

Por meio de uma organização desse tipo, cada membro do time pode direcionar seu próprio trabalho para o objetivo que toda a escola tem em comum, facilitando a realização das metas globais e aliando todo o plano da instituição com sua missão e seus valores.

Revisar e reavaliar o que já foi feitoPlanejamento Escolar 2

Outro ponto importante do planejamento é que ele obriga a equipe pedagógica a rever as ações e resultados do passado a fim de manter as atitudes positivas e eliminar ou mudar aquelas que não têm levado a escola em direção à sua missão.

Por consequência, a cada novo planejamento, surge a oportunidade de avaliar o que foi ou não foi atingido a partir do planejamento anterior e, assim, pensar em novas estratégias para que a instituição continue avançando de maneira constante, sempre atenta aos novos desafios e demandas que possam surgir de dentro ou de fora da escola.

Trocar ideias e experiências entre os docentesPlanejamento Escolar 3

Mais uma oportunidade propiciada pelo esforço que a elaboração de cada novo planejamento gera é a de troca de ideias e experiências entre professores e coordenadores pedagógicos.

Além de reportar problemas e obstáculos relativos ao planejamento anterior, chamando a atenção para o que deve ser modificado no próximo ano, o encontro de toda a equipe docente e pedagógica permite que se troquem, também, soluções encontradas por cada um no enfrentamento de desafios em comum, assim como conhecimentos adquiridos pela própria vivência ou na formação continuada.

Desse jeito, todos podem aprender uns com os outros, os laços entre as diferentes partes do time se estreitam e, claro, a escola garante respostas e propostas mais eficientes para cumprir sua missão, frutos do debate entre quem mais entende da sua realidade particular.

Conciliar os interesses de toda a comunidadePlanejamento Escolar 4

Englobando todo o contexto de atuação da instituição de ensino (isto é, em suas relações internas, entre discentes, docentes e funcionários, assim como externas, com os pais, o governo e toda a comunidade), o planejamento articula todos esses interesses diversos com o papel da própria escola a fim de atingir seu objetivo final — educar seus alunos — da forma mais eficiente e proveitosa possível.

Assim, além de possibilitar a troca de experiências entre os membros da equipe de coordenação pedagógica e docente, o planejamento escolar também é o momento de dar voz ao conselho de pais e à comunidade, a fim de combinar os interesses de todos esses participantes da escola, tornando-a mais democrática e consciente das demandas externas.


Veja também: 7 critérios que os pais analisam para definir a matrícula escolar de seus filhos


3. Como fazer um planejamento escolar eficiente

Vimos que o planejamento é importante para que as ideias e propostas da escola não fiquem só no papel, certo?

Sendo assim, é hora de passarmos, aqui também, da teoria à prática. A seguir, veja como elaborar um bom planejamento na sua instituição de ensino e prepare-se para colocar a mão na massa:

Reúna toda a equipe e incentive o debate

O primeiro requisito para fazer um planejamento eficiente é reunir professores e coordenadores pedagógicos a fim de dialogar a respeito do futuro da escola.

É importante estabelecer uma relação de igualdade entre os participantes do debate, acolhendo a opinião e o conhecimento de cada um como essencial para a formação do novo planejamento. Nesse contexto, o coordenador pode servir como mediador da discussão, dando voz a todos os participantes, anotando as pautas e propostas levantadas e, possivelmente, conciliando interesses diversos a fim de chegar num consenso.

Vale lembrar que quanto mais experiências e opiniões forem partilhadas, mais rico será o debate e, consequentemente, mais eficiente e democrático será o planejamento que sair dali. Principalmente nos quesitos mais polêmicos ou em relação aos obstáculos enfrentados pela escola, a diversidade de pontos de vista poderá contribuir para que se encontre mais facilmente a raiz do problema e, assim, uma solução viável para ele.

Por meio da discussão, a escola garante ainda que todos os professores e coordenadores se sintam contemplados pelo novo planejamento e compreendam sua importância, dando o seu melhor para que ele seja cumprido.

Contraste dados recentes com planejamentos anteriores

Nenhum planejamento que se preze deve acontecer “a partir do nada”.

Além de levar em conta a realidade da escola e consultar planejamentos anteriores (mesmo que tenham sido elaborados por processos distintos), verificar seus resultados por meio da análise de dados também é essencial.

Somente assim será possível modificar as estratégias e atitudes que não têm trazido benefícios e substituí-las por novas soluções.

Além disso, é apenas identificando as dificuldades já enfrentadas pela escola que será possível propor novas alternativas e caminhos para que ela supere esses desafios e continue crescendo.

Clique na imagem abaixo para ver nosso gráfico informativo com o passo-a-passo de como utilizar dados na escola:

Planejamento Escolar: gráfico informativo de como utilizar dados na escola

Transforme o planejamento em metas realizáveis

Para que aquilo que foi planejado antes do início do novo período letivo seja realmente aplicável, é imprescindível que se criem metas e objetivos passíveis de serem realizados pelos docentes. Para isso, sugerimos que todo planejamento transforme suas propostas em metas que sejam:

» objetivas, no sentido de trazerem ideias concretas e fugirem de qualquer vagueza;

» mensuráveis, de modo que seja possível estabelecer claramente, mais tarde, se a meta foi ou não cumprida;

» e datadas, isto é, providas de um prazo para seu cumprimento.

Nesse caso, a partir do desejo de melhorar o desempenho dos alunos no ENEM, por exemplo, os professores poderiam incluir no planejamento a seguinte meta:

“conseguir média geral acima de X pontos no ENEM 2017”.

Outro fator importante é desdobrar essas metas maiores em submetas ou objetivos em curto prazo que permitam medir, ao longo da etapa, se a escola está caminhando para o cumprimento da meta ou não. Ainda no exemplo da média geral do ENEM, seria possível estabelecer isso por meio de simulados regulares que indiquem o que precisa ser melhorado para atingir o objetivo final.

Permita a flexibilidade e faça revisões regulares do plano

Como todo planejamento, aquele feito pela escola também enfrentará, ao longo de seu cumprimento, imprevistos e incidentes que obriguem a equipe a mudar de curso no meio do caminho. Diante disso, nada melhor do que prever a necessidade dessas alterações e organizar reencontros periódicos com todos os docentes e coordenadores para revisar a situação.

É possível, por exemplo, promover reuniões bimestrais ou trimestrais em que as metas estabelecidas no planejamento são contrastadas com os últimos resultados dos alunos e a vivência dos professores a fim de verificar se precisam ser modificadas ou se as estratégias para seu cumprimento estão mesmo funcionando.

Baseado nesses encontros, pode-se mudar de tática ou mesmo alterar as prioridades da escola, eliminar ou incluir novas metas, de acordo com o que aconteceu desde o planejamento inicial.

Colha feedbacks diversos constantemente

Finalmente, no intuito de avaliar o efeito do planejamento e reunir o maior número de perspectivas possíveis para verificar se ele está funcionando e alterá-lo no que for necessário, é interessante que a escola esteja sempre aberta e até mesmo incentive o feedback de diversas fontes.

Assim, além de contar com as reuniões regulares e discussões entre os membros do time, é importante consultar também pais e alunos, bem como outros membros da comunidade escolar e local.

Dessa maneira, será possível manter o planejamento a par das demandas e necessidades de cada um, monitorar os obstáculos enfrentados dentro e fora da escola e atentar-se para que as ideias e intenções elaboradas de início estejam sempre de acordo com a realidade mais imediata da sala de aula e dos estudantes.


Saiba mais em nosso ebook gratuito: Como tornar a escola mais atrativa para a sociedade?

Planejamento Escolar : como tornar sua escola mais atrativa para a sociedade?


4. Vantagens e benefícios de se ter um planejamento escolar

Por último, agora que você já sabe o que exatamente constitui um planejamento escolar, qual é a sua importância para a instituição e as pessoas envolvidas com ela, além de como elaborar um plano bem-feito, cabe ressaltar, ainda, alguns dos principais benefícios dessa ação para a escola e a comunidade.

Veja só:

Guia para o planejamento cotidiano dos professores

Ao organizar de maneira geral — com base no PPP da escola e na BNCC — os conteúdos a serem estudados por cada série, em cada disciplina, o planejamento não só distribui a matéria ao longo do período letivo, garantindo que todo o currículo seja contemplado adequadamente, como facilita, ainda, a elaboração cotidiana das aulas pelos professores.

Assim, os docentes têm um cronograma mais amplo de quando cada conteúdo deve ser ensinado, restando-lhes apenas separar as atividades necessárias para sua assimilação em cada etapa (dentre as quais destacamos aulas expositivas, exercícios práticos, revisões, avaliações, simulados, experimentos em laboratórios, excursões, etc.) e adequar-se às atividades interdisciplinares do calendário.

Dessa forma, é possível:

» reduzir o tempo gasto pelo professor no plano de aula diário, já que o planejamento escolar servirá de guia para orientá-lo;

» uniformizar o conteúdo ensinado em cada ano nas diferentes turmas (para as escolas com mais de um professor da mesma disciplina lecionando no mesmo nível, por exemplo);

» e dar espaço para que questões locais (como a necessidade da revisão de conteúdos anteriores antes de progredir ou dificuldades de estudantes e turmas específicas) sejam sanadas sem afetar os prazos gerais.

Emprego correto dos dados obtidos nas avaliações dos alunos

Coletar dados e informações sobre o desempenho dos alunos — seja por meio das próprias atividades avaliativas internas e/ou por simulados e resultados do ENEM, por exemplo — é uma excelente maneira de enxergar que pontos precisam ser aprimorados em sua formação, e o planejamento é o lugar ideal para se pensar nessas melhorias e colocá-las em ação.

Quando as provas e exames indicam, digamos, uma defasagem de determinado ano em Matemática, é possível ir mais fundo para descobrir precisamente qual é o problema e, por meio do planejamento, reorganizar a formação daquele grupo de alunos para que sua dificuldade seja sanada.

Da mesma forma, quando os resultados são positivos, pode-se recorrer ao planejamento para destacar as ações que deram certo e continuar a empregá-las em outros contextos ou nos próximos períodos letivos.

Inclusão da formação docente continuada nas metas da escola

Com um plano organizado que permita visualizar o que deverá ser ensinado por cada professor no próximo período letivo, fica mais fácil encontrar espaço para a formação continuada dos docentes, bem como direcionar essa formação para as necessidades internas e externas da escola já apontadas no próprio planejamento.

Ao incluir essa questão nas metas da escola, a direção garante que ela seja contemplada, tranquiliza os professores ao conciliar, no planejamento, sua formação com seu trabalho na instituição, além de se beneficiar, evidentemente, do conhecimento adquirido pelos docentes por meio dessa oportunidade.

Cumprimento das exigências externas

Por falar em formação continuada dos docentes, outro benefício do planejamento escolar é o fato de ele prever o cumprimento das exigências do Ministério da Educação de tal forma que, com o plano pronto, basta à direção e coordenação da escola verificar se esses requisitos estão sendo atendidos conforme estabelecido no início do período letivo.

Não se corre, assim, o risco de se esquecer de algum ponto importante nem de ter de reformular o plano no meio do semestre para acatar alguma exigência negligenciada, por exemplo.

Além disso, como o planejamento também pressupõe uma pesquisa prévia quanto às demandas dos pais e do próprio mercado de trabalho, ele serve ainda como forma de aproximar a escola dessas exigências e, consequentemente, oferecer uma formação mais relevante aos estudantes.

Realização de mudanças efetivas

Quantas vezes uma instituição — ou, por que não, uma pessoa, em sua vida privada — precisa adotar algumas mudanças para melhorar, mas simplesmente não consegue deixar de fazer o que sempre fez?

Diante disso, o planejamento é também uma forma de garantir que as melhorias de que a escola, os professores e os alunos precisam sejam efetivamente realizadas, por meio de prazos e metas mensuráveis e com o apoio e ciência de toda a comunidade.

Abandonar velhos hábitos e mexer-se para fazer as transformações acontecerem realmente não é fácil, mas quando há objetivos acordados entre todos e planos bem-definidos para conquistá-los, todos os personagens da escola podem fazer sua parte para que ela cumpra com a missão que se propôs.


Recomendo também nosso ebook gratuito: “Boas práticas do diretor para motivar sua equipe na escola”

Planejamento Escolar: ebook com boas praticas para o diretor escolar

Conclusão

O planejamento escolar só tem vantagens a oferecer à escola, à sua equipe, aos alunos e a toda a comunidade em seu entorno.

Felizmente, com o nosso guia em mãos, vai ficar mais fácil elaborar o seu e explicar ao seu time por que essa etapa do período que antecede o início do ano letivo é tão importante.

Compartilhe a sua experiência sobre esse assunto conosco nos comentários e aproveite para compartilhar esse guia também em suas redes sociais!

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