Qual é o papel da escola no mundo das redes sociais e do Google?
Daniela Panteliades mar 12, 2015

Qual é o papel da escola no mundo das redes sociais e do Google?

Na era da informação, uma questão vem tirando o sono de muitos profissionais da educação: como lidar com as as redes sociais que, a cada dia, parecem ocupar mais tempo na vida dos estudantes? E qual o papel da escola em frente a este cenário?

As notícias e o conhecimento circulam a uma velocidade jamais vista, e tornou-se um grande desafio fazer a triagem do que é útil e do que não é, ou seja, do que vai servir para o futuro ou do que é apenas entretenimento imediato. Diante desse turbilhão de informações, qual é o papel da escola? Deve-se usar as redes sociais e ferramentas como o Google como aliados? Como fazê-lo sem perder a atenção dos alunos?

Não existe uma cartilha definitiva com soluções, mas vamos mostrar qual o papel da escola em frente a este desafio. Continue lendo!

Entender a potencialização do hipertexto é o primeiro passo

Um conceito que deve servir como primeiro passo aos professores é o de hipertexto. Desde que o sociólogo americano Theodor Nelson começou a usar o termo nos anos 60, essa realidade nunca esteve tão presente no mundo educacional.

Se, antes, as histórias nos livros eram contadas de maneira linear, com o surgimento da informática esse paradigma se quebrou. As informações e o conhecimento estão em todos os lugares, e é preciso selecioná-las de maneira interativa e recriar a partir delas.

Mais autonomia na aquisição do conhecimento

É possível dizer que o hipertexto afetou a forma como o professor trabalha. Hoje, ele é mais um mediador e colaborador do aluno e precisou abandonar a missão de simplesmente transmitir seus conhecimentos em um fluxo unidirecional.

Da mesma maneira que o leitor do hipertexto, o aluno agora é ativo em relação à aquisição do próprio conhecimento. É ele quem vai traçar suas linhas de interesse nesse mar de informações, selecionando, comentando e adicionando outros significados, e é dessa forma que ele deve trabalhar em pesquisas na web.

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A tecnologia deve ser aliada, mas é preciso cuidados

A partir do momento em que o professor entende que a autoridade dele pode ser reduzida em favor de mais autonomia para os alunos, está pronto para usar as tecnologias como redes sociais e os mecanismos de busca como verdadeiros aliados.

O papel da escola nesse momento pode ser comparado ao de um maestro que vai reger uma orquestra, mas não vai tocar efetivamente a música. O professor, que nunca será substituído por essas tecnologias inovadoras, deve ser um orientador para ajudar o aluno a aprender a selecionar informações importantes que possam fazer a diferença no futuro. O uso de interações em mídias sociais no ambiente educacional tem crescido nos últimos anos, mas ainda é preciso gerenciá-lo muito bem.

Como despertar o interesse pela escola?

Professores muitas vezes se frustram por estar perdendo a batalha da distração. Como fazer a escola voltar a ser interessante? Algumas instituições criaram páginas ou grupos privados no Facebook, por exemplo, para funcionar como meios de troca de informação ou discussões das questões de classe.

Se os alunos passam horas nas redes sociais, a escola deve ocupar um espaço por ali também. Outros educadores vão além, e usam as redes sociais e tecnologias na própria sala de aula. Isso torna o ambiente mais interativo e faz o estudante se identificar mais com o conteúdo.

Aulas mais interativas, mais dinâmicas e que se servem de recursos tecnológicos para promover discussões tendem a despertar mais interesse. Por isso se diz que é possível sim usar o Google e redes sociais como aliados, mas, obviamente, o professor precisará reinventar a sua aula e, assim, sair da zona de conforto.

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